Projeto que regulamenta funcionamento de Dark Kitchens segue para votação em São Paulo

Por Amanda Carolina Lourenço



Muito em razão da mudança do comportamento dos consumidores durante a pandemia do coronavírus, os empreendedores do setor da alimentação apostaram na modalidade de fornecimento sem consumo no local, seja por cozinhas próprias, franquias especializadas em “cozinhas invisíveis” ou comodato de espaços e equipamentos para o mesmo fim, otimizando o trabalho do modelo de entregas de refeições (delivery).


O problema enfrentado pelo modelo está na falta de regulamentação do modelo denominado “dark kitchen” (galpões que reúnem dezenas de cozinhas que só atendem delivery) .


Ainda que dentro dos parâmetros legais, as cozinhas industriais compartilhadas enfrentam reclamações dos bairros em que estão localizadas.


Foi criado então um Projeto de Lei que regulamenta a modalidade, inclusive prevendo a proibição de funcionamento durante a madrugada, caso não providenciem adequação acústica para não gerar incômodo e a proibição do uso de calçadas por motos e bicicletas.


O Projeto foi encaminhado à Câmara Municipal no final de maio, e objetiva mitigar o impacto da população, trazendo segurança ao funcionamento das Dark Kitchens.


A primeira votação definirá os rumos do Projeto de Lei que, ao final, deve seguir para sanção do Prefeito da Cidade de São Paulo.

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